SINTA A GERAÇÃO DO AMOR

Publicado por Lulubel em O Mundo de Lulubel

Por que deveriam as nossas crianças brincar nas ruas,

Corações quebrados e sonhos dissipados

Paz e amor a todos que você encontrar

Não se preocupe, poderia ser tão doce

Apenas olhe para o arco-íris, você verá

O sol brilhará até a eternidade

Eu tenho tanto amor em meu coração

Ninguém pode acabar com isso

Sinta a geração do amor

Não se preocupe com coisa alguma,

Vai ficar tudo bem…

Apenas olhe para o arco-íris, você verá

O sol brilhará até a eternidade

Eu tenho tanto amor em meu coração

Ninguém pode acabar com isso

Diariamente quando leio meus livros, entre eles encontro colocações pertinentes à crianças, uma delas parte de um aviador:

As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações… Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações.

Dessa maneira defronto-me com outro autor clássico de contos curtos para crianças e somente conhecido pelo poema IF, Rudyard Kipling  autor “The Jungle Book”, com o personagem Mogli, uma criança selvagem criada e alimentada em uma alcatéia de lobos. Mogli é o exemplo das Leis da Sobrevivência.

Kipling dizia também sobre o fato das crianças serem exaustivamente colocadas a dar satisfações sobre seus atos e dessa maneira, criar em si, formas alternativas para a tal “sobrevivência”.

Hoje, vivemos à Lei da sobrevivência e do politicamente correto, porém quais são os limites para a criança sobreviver dentro dos novos padrões do que é correto e se adequar, mesmo quando não estão preparadas, talvez por limitações físicas ou emocionais ou de maturidade não conseguem faze-lo.

Na época em que cresci, crianças praticavam o tal bullying ou assédio, a violência seja ela física ou psicológica que causa angústia e impede uma criança de crescer e digo não no sentido literal, mas emocional da palavra, porém o tal bullying que sofríamos, criava uma certa casca e nos fortificava.

Hoje, concordo, passou do aceitável e deve haver limites sim, para o ato da crueldade sem limites, porém deve haver além do limite para a crueldade entre crianças que já vivem dentro do que é o politicamente correto, ou seja, dentro da nova ética social, a mesma palavra de ordem para educadores ou adultos, que as orientam e traçam, junto à elas, o longo caminho da vida que é construído com os pais.

De nada vale, um discurso belo sobre não violência e assédio moral, se crianças são submetidas a agressão oral, seja por meio de exaltação verbal, por falta de controle emocional, bem como agressão física. Por favor adultos, o limite: “aqui é hora de parar” ou “devo pedir ajuda, não consigo resultado de outra online casino forma” é mais que sábio, é necessário!

Vem à mente novamente de outro texto meu  a palavra : COMPROMETIMENTO

 

O que é ser comprometido?

Tento sempre, de alguma forma, pensar se os profissionais sabem o conceito dessa palavra, quando assumem suas funções e não somente dentro dos seus postos, mas em suas vidas, já que são correlacionadas, à ética e moral, embora não estejam ambas ligadas,  afinal, ética é o que vendemos como os conceitos do que a sociedade deseja e imprime como  correto.  Moral é o que fazemos intimamente com ela.

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir é um hábito” segundo Aristóteles, mas quando nos comprometemos, estamos no entanto, ligados as nossas obrigações,  doando-se a elas, para determinadas situações boas ou não.

Dentro de uma instituição portanto, creio que essa palavra se chame “vestir a camisa”, trabalhar, fazer o diferente, ser o diferente,  e ainda mais, mesmo quando as adversidades e intempéries apareçam, ser visionário para as soluções e não vítima delas. Não esperar averiguações.  Checar constatações demais, quando o óbvio é mais que visível e carrega sofrimento a terceiros é em vão, e sim trazer acalanto aos corações.

Diria que comprometimento ainda é ver mais, é  ver o ser humano ao lado e abraçar a causa, para que o barco não afunde , com as melhores intenções verdadeiras no ato e não esperar aplausos, pois é obrigação o agir pelo todo.

Há crianças diferentes, peculiares, mais reativas, mais introspectivas, com mais liderança, crianças que enxergam o mundo, em que a justiça não difere cores, mais  existências, mais ricos em devoção, sem distinguir suas diferenças, mas por entender que são apenas iguais. Apenas crianças que necessitam de cuidados. Portanto novamente trago a voz de Antoine de Saint Exupéry :

Felicidade! É inútil buscá-la em qualquer outro lugar que não seja no calor das relações humanas… Só um bom amigo pode levar-nos pela mão e nos libertar.

Mais -  Aqui cabe  a grande frase – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – o grande slogan da revolução francesa, o grito que fez toda a diferença :

  • A liberdade sem medo.
  • A igualdade entre brancos, negros, ideário  contra a discriminação contra quaisquer condições, credos, raças e condições de saúde.
  • A fraternidade que se faz-se premente à solidariedade e norteia ações corretas à igualdade e que parece pertinente aos mais informados e que ironia : à crianças.

Love generation!: watch?v=v0NSeysrDYw

Até semana que vem!

Beijos

Lulubel

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Lulubel

Lulubel

Bem, sou a Lú, mãe dos amados pivetes, de três fantásticos amados pivetes. Tento entender um pouco dessa rotina louca de ser mãe, e ainda dar conta de trabalhar, ter uma vida pessoal. Escolhi ser arquiteta, por afinidade, por admiração e por adoração. A minha infância foi dentro de um escritório de arquitetura dentro de casa, com uma imensa prancheta, régua "T"e imensas folhas de papel com madeiras balsa. O apelido Lulubel foi dado quando dei meus primeiros passos no quintal de casa e desde então entre desenhos e arquitetura criei um mundo. Um grande amigo sempre falou que escrevo com sinceridade, com o meu coração, que tenho um jeito de escrever falado e simples e falar sobre meus filhos e do meu mundo é falar sobre o que ocorre comigo, algo sobre sensações que eu tinha da minha infância e percebo neles hoje, em cada pedacinho ao colocar meu olhar, nas nossas aventuras, desventuras porque afinal a melhor parte da vida, sempre foi e é a infância.

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